domingo, 30 de março de 2008

Apenas uma mulher
Quem na verdade eu sou?Quantas querem me ser?
E todas serão da mesma essência E sangue purificado
na sede Do vinho vermelho Escorrendo na boca
Sempre a espera do mesmo Beijo... Único, trágico,
esquecido Nunca antes beijado E porque sou dessa
ou daquela A mesma em tudo que é inerente
Ás mulheres estranhas, bruxas e fadas.
Entranhas em minha cara corpo e carne
Voando em cada poro respiro a profundeza
De tudo que é pobre e nu... Mas vive pelas causas
Nobres e suas como a maioria de todas ,loucas e nuas!
(Claudia Morett)

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